03
dez
08

Malicorne

Enquanto corrijo provas, em meio ao desespero da madrugada, um momento do grupo de Gabriel Yacoub. Sempre que penso na Lua fica associado à imagem aquele verso de Rimbaud: “La blanche Ophélie flotte comme un grand lys”. Ofélia, paixão trágica de Hamlet, flutuando sobre o fluxo de um rio que corre em silêncio – o corpo catatônico, como no quadro de John Everett Millais. Tal como quem dorme de olhos abertos.

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